O ÓDIO É A ESSÊNCIA DA ESQUERDA

O violento assassinato do jovem líder conservador americano, CHARLIE KIRK, escancara o que há muito já se denúncia: o padrão histórico esquerdista de eliminar seus concorrentes

Não é só um crime político: é uma tragédia humana, é uma batalha cultural frente ao veneno woke, esta guerra ideológica tóxica contra a fé, a família, a liberdade. Totalitários, que fingem ser tolerantes, esquerdistas disfarçam sua ferocidade empunhando bandeiras da teoria crítica da raça, de políticas de identidade, da cultura do cancelamento.

CHARLIE KIRK, criador do movimento TURNING POINT USA,  defendia suas ideias com coragem e capacidade de persuasão, em espaços abertos, falando e ouvindo com serenidade e respeito. Porém, esquerdistas, incapazes de debater e vencer no argumento, partem para agressões, censura, violência física e morte. Incapazes de debater, optam por silenciar a voz. Monstros, enlouquecidos pela lavagem cerebral, apertam o gatilho contra aqueles que os contradizem.

Aliás, CHARLIE KIRK já previra isso, ao denunciar reiteradamente a obsessão da esquerda com a violência, com a normalização de agressões a adversários, a cultura universitária de calar e impedir a manifestação de qualquer pensamento que não esteja em conluio com sua ideologia sanguinária.

 As universidades, que deveriam primar pela liberdade do pensamento e do debate de ideias, foram transformadas em lugares insalubres onde impera toda a sorte de intimidações e agressões. O slogan “recua fascista” é marca dos campi brasileiros hoje, que, longe de serem fomento de conhecimento, são fomentos de ódio, formando uma geração incapaz de raciocinar por si mesma, mas ensinada obedecer a comandos e agir como manada. Aliás, depoimentos de familiares do suposto assassino escancaram a sua mudança após o ingresso na Universidade de Utah Valley. Um rapaz afável, tranquilo que, em menos de 3 anos, transforma-se em um monstro sanguinário. É hora de encarar a tragédia que se abate sobre as universidades.

E isso ficou comprovado nas horas e nos dias seguinte à morte nos inúmeros comentários de pessoas, de nível superior e de todos os segmentos sociais, comemorando a morte do ativista americano, num regozijo satânico revelando o abismo moral em que o mundo se encontra. Enquanto muitos lamentavam a perda do pai, do marido, do líder político, muitos legiões de perturbados celebravam a sua morte abertamente. Não basta sentir repugnância dessas pessoas: é preciso afastar-se de qualquer convivência com elas. O que se vê aí, não pode ser outra coisa que não possessão demoníaca.

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A única vida que a esquerda defende é a de criminosos.

E a imprensa ideológica e bem paga é cúmplice intelectual, pois relativiza e vida, desumaniza quem se encontra dentro do espectro conservador e justifica todo crime cometido pelas “minorias”. Quem aqui soube do brutal assassinato da ucraniana IRYNA ZARUTSKA,  com golpes no pescoço, num trem nos EUA, cometido por pessoa já com 14 passagens pela polícia?

Com a validação da imprensa e de um Estado que protege o agressor, o esquerdista crê estar acima da lei. E pior, sente-se confortável em ser desumano

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Segundo a jornalista e fotógrafa Laura Dodsworth, o assassinato de CHARLIE KIRK é uma luz que revela a terrível escuridão no mundo. Escuridão que abate milhares. Entre os últimos, SHINZU, no Japão; URIBE, na Colômbia; BOLSONARO que, segundo o historiador gaúcho, foi uma pena a faca não ter dado uma viradinha. Sem esquecer de quem matou MARIELLE.

KIRK, em um último tweet, publicado na manhã de sua morte escreveu: “A verdade não morre com o mensageiro. Ela se multiplica nos corações daqueles que a ouvem”. Urge continuar seu legado. Urge defender a vida, defender a liberdade, desafiar a censura, lutar por justiça, por respeito às leis. Urge que o brasileiro saia do estado de coma e levante-se para evitar que mais vidas sejam roubadas. E, se por defender tudo isso, por não negociarmos valores e virtudes, nos colocarem alcunhas de ultra, mega, extrema, blaster conservadores, recebamos como um título de honra e não deixemos que o martírio de CHARLIE KIRK seja em vão.

15/09/2025

Professora Thais Corazza

contato@profthaiscorazza.com

Professora de Português, fundadora do Movimento Conservador de Tapera, palestrante sobre temas educacionais, comportamentais, políticos e opinadora sobre temas contemporâneos.

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