EDUCANDO PELO XEBIU

Uma descrição da educação no Brasil em nove atos:

-Crianças são retiradas de salas de aula para uma apresentação de festa junina. E o que assistem: uma dupla cantando “homem que não cheira nem passa a língua no xebiu, sei não viu”.

-Em escola no Maranhão, alunos apresentam trabalho em que simulam um ato sexual num motel.

-Em outro escola, alunos se apresentam cantando funk com coreografias obscenas

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-Teatro em escola apresenta ator com pênis gigante.

-Paredes de escola de Goiás repletas de cartazes em apoio à cultura gayzista.

-Apresentação em escola do Rio de Janeiro apresenta o cavalo tarado.

-Universidade faz concurso de quem enrola mais rápido um baseado.

-Universidades públicas publicam teses e ensaios do tipo “Educando o cu pelo cânone”, “Toda criança é queer?”, “Como se faz um corpo queer?”, “O aborto como instrumento de biopolítica”, Decolonizando afetos: o reconhecimento jurídico de famílias poliafetivas”, “Mulheres perigosas: uma análise da categoria periguete”, “A pedofilia e suas narrativas: uma genealogia do processo de criminalização da pedofilia no Brasil”. E dezenas de outras excrescências financiadas com dinheiro do povo.

– Ministro da Educação faz campanha eleitoral com líder do CV no Ceará.

Em que momento a escola deixou de aspirar a excelência para passar a divulgar essas patifarias ideológicas?

Em que momento a escola deixou de homenagear pessoas fortes, cientistas, escritores, que doaram a vida em busca de melhorias para a humanidade, para endeusar figuras com Oruans, Virgínias, Deolanes, Gretas e toda a sorte de influencers mequetrefes? Em um funk de Oruam, o rapaz que diz que atrás de um fuzil há um ser humano _ sem mencionar quem está na frente_, há o seguinte: “é o que o BG tá de Glock/ o Bielzin tá de Glock/ é que o Orochi passou de BM/ sabe que ele é o rei do pinote//todos os manos portando fuzil/ todos os meus manos portando uma Glock/ meta dos cria: parar o Brasil/ e explodir o porra do carro forte”.

E há crianças cantando isso nas escolas. Há escolas tocando funk para seus alunos. É hora de abandonar a ideia de que todos os saberes devem ser aceitáveis, como mencionava o patrono da educação do Brasil, o “educador” que admirava Che Guevara, Fidel Castro, Mao Tsé Tung, os maiores assassinos de todos os tempos. Para ele, matar em nome da revolução era um ato do bem.

Nada disso é cultura. Nada disso contribui para a formação de nossas crianças e jovens. Cultura é o que resistiu ao tempo, é modelo e inspiração para se formar pessoas  instruídas, capazes de contribuir com a continuidade da civilização, que é sinônimo de controle de si, de organização e de ordem.

Gerações de brasileiros são vítimas de um dos maiores e mais bem sucedidos processo de lavagem cerebral da história, em que a hipersexualização, a doutrinação gayzista, o transgenerismo, a permissividade, a frouxidão moral estão substituindo o bom, o belo, o justo __ os fundamentos da civilização. Nada mais causa choque moral. Tudo está sendo normalizado, inclusive regimes de tirania e horror. Ilegalidades podem até ser legais. Tudo é aceitável, se isso me faz feliz. A desordem, a feiúra, a indisciplina estão instaladas nos meios escolares.

É uma invasão cultural sorrateira, sem que as pessoas percebam, já que esse sistema podre toma as instituições por dentro. Assistimos, todos os dias, bandidos circulando em gabinetes de governo, uma imprensa moralmente falida defendendo a bandidagem, artista glamourizando a criminalidade.  Segundo o próprio presidente “o mundo não pode continuar com esta polarização do bem contra o mal”, pois, para ele e seus asseclas, o bem e o mal são conceitos relativos. E isso está sendo difundido nas escolas por meio de textos, livros didáticos, repertório musical.

Essa corrupção da cultura serve para a corrupção moral, pois a propagação de baixarias estimula os instintos mais animalescos. Mais alguns anos desta doutrinação, seremos destituídos de toda a nossa humanidade e reduzidos à condição de animais.

Já dizia Lênin: “O melhor revolucionário é um jovem desprovido de moral”.

 Não se pode mais ser ingênuo e pensar que essa modificação do gosto cultural e de opiniões ocorre de forma espontânea. Essa guerra cultural há muito foi planejada para construir um novo mundo, baseado no ateísmo marxista, no satanismo, no relativismo. Para isso, é preciso destruir valores e inundar a sociedade de imundícies. Todo esse lixo cultural, que estimula apenas os instintos mais primitivos, é um método de ataque, uma ferramenta revolucionária que avança com o silêncio e a total complacência de pais, professores, gestores escolares que, por ignorância do processo ou por inércia mesmo, permitem que as potencialidades do ser humano sejam sufocadas e que a mediocridade se instale em todos os cantos desse assolado país.

Para pais e educadores preocupados, recomendo a leitura do livro MAQUIAVEL PEDAGOGO, de PASCHAL BERNARDIN. Nele, o autor descreve, com base em documentos oficiais, as técnicas de manipulação psicológica e sociológica promovidas pela UNU, UNESCO, OCDE, às quais o Brasil aderiu totalmente.

Com certeza, há escolas que filtram muito essas tentativas de ataque. Muito mais pela intuição do que pela crença num projeto de destruição, que traz prejuízos enormes ao indivíduo e à sociedade. Porém, não dá mais, mesmo que inocentemente, ser cúmplice desse projeto maligno.

 Aos pais, cabe identificar e conhecer o inimigo que se apresenta a cada atividade escolar. Filmes, apresentações, teatros, mostras, músicas, textos “ditos literários” devem ser acompanhados com olhar atento. Não exponham seus filhos à cultura que promova a sexualização, o crime, a imbecilidade. Não coloquem funk em festas infantis. Ensinem, em vossas casas, o que é certo e o que é errado, o que é belo, o que é verdadeiro. Eduquem para o mérito e para a responsabilidade individual. Vossos filhos só tem a vocês. E já se perderam duas gerações. Atentem para as palavras do pediatra franco-vietnamita, MINH DUNG NGHIEM: “A civilização é frágil. Basta não fazer o esforço de educar as crianças para que a selvageria se instaure. A civilização tem um preço. É preciso pagá-lo a cada geração. O esforço de educar deve ser permanente e contínuo”.

Professora Thais Corazza

contato@profthaiscorazza.com

Professora de Português, fundadora do Movimento Conservador de Tapera, palestrante sobre temas educacionais, comportamentais, políticos e opinadora sobre temas contemporâneos.

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