BASTA DE SER BONZINHO

Se não prestarmos atenção quando as pessoas revelam sua verdadeira natureza, se não prestarmos atenção no que elas carregam nos escaninhos mais obscuros do seu ser, se não prestarmos atenção em quantos monstros terríveis e devoradores ali se escondem, poderemos ser as próximas vítimas. E, muitas vezes, essas criaturas não estão em rincões longínquos. Estão ali, perto de nós.

A violenta reação esquerdista, que transformou as redes -sociais em palco de comemorações pelo assassinato de Charlie Kirk, comprova o que há muito já se observa: a esquerda elogia, incentiva e pratica a violência. Se diz da paz, mas, por onde anda, semeia o caos; se diz mocinho, mas quer, para você e sua família, “uma boa bala, uma boa pá, uma boa cova”. Ri e se regozija com o a morte e prisão de inocentes. Suas ações falam mais alto do que suas palavras.

Uma parcela da população gostaria de acreditar que a civilização pode ser salva pelo uso da lógica e da razão. Porém, os acontecimentos prenunciam que isso não vai acontecer. Há mais de um século temos sidos prejudicados pela sabotagem comunista. E esses ataques não serão repelidos com palavras e ideias, já que elas estão sendo caladas a bala.

É hora dos conservadores reagirem. Estamos numa guerra espiritual, psicológica, biológica, informacional.  Não dá mais para ignorar a realidade. Não se pode ficar parado na história apenas gritando: PARE. O conformismo com um século de fracassos fez os conservadores permitirem que os esquerdistas fizessem exatamente o que Antônio Gramsci orientou: tomar a cultura, o ensino e as instituições para fazer a revolução. Foi assim que fomos sendo expurgados, censurados, cancelados, perseguidos, banidos das redes sociais; achincalhados em filmes, séries, comerciais, novelas.

Uma pesquisa recente mostrou que os conservadores, em geral, são muito mais tolerantes e generosos com esquerdistas do que os esquerdistas com eles. Conservadores sempre dão o benefício da dúvida, enquanto sequer são considerados seres humanos. Nos pedem moderação. Em troca, recebemos censura, ofensas, socos, pontapés, tiros.  Não há que se ter dúvidas sobre a malignidade dos nossos oponentes. Eles nos querem mortos e nem tentam mais esconder isso.

Durante a fraude covidiana, já ficou claro o frenesi autoritário desses descerebrados radicais. Eles adoraram os bloqueios, o controle; adoraram denunciar lojistas, o não uso de máscara; salivavam como cães raivosos com a ideia de forçar conservadores a injetar substâncias experimentais. Eles queriam punição, multas, fechamento de empresas e de escolas. Queriam todos em “gulags”, sem direito, sequer, à liberdade de pensar. Todos reféns de um cruel totalitarismo sanitário. Por serem incapazes de pensar por conta própria e de cuidarem da própria vida, eles amam as ditaduras, os comandos implacáveis, a que obedecem cegamente.

É HORA DE DIZER BASTA.

Estamos, gostemos ou não, em uma época que não há mais possibilidade de diálogo. Assistimos todos os dias prisões sem condenação e sem provas, crimes fabricados, amiguinhes e consortes sendo recompensados.  Para eles, tudo; para os opositores, nem a lei. Retornamos à política em sua forma mais primitiva. A volta da barbárie, escancarada com a avalanche de vídeos mostrando psicopatas em êxtase, dançando no sangue de um jovem ativista. São demônios e se revelam diante de uma tragédia.  Por isso, os conservadores devem parar de relacionar-se com esses inimigos que recebem recursos infinitos de corporações, fundações, ongs e até de governos, como o os aportes financeiros vindo da USAID que usam para suas atrocidades e perseguições. E ainda contam com o apoio de uma mídia torpe e bem paga que envenena todos os dias a mente de milhões de pessoas com mentiras, calúnias, distorções, sob o falso mantra de que “veja como isso é bom”. Agora há pouco, áudio vazado da Globo News mostra a apresentadora invocando o diabo, literalmente.

É hora de um acerto de contas. Chega de diplomacia, não há chance de debate com quem semeia a violência, defende terrorismo, a aniquilação de oponentes. Esta é uma guerra que eles começaram e não pode haver coexistência com quem quer que morramos. Esses menines, que se dizem guerreiros sociais, devem ser tratados pelos seus verdadeiros nomes: marxistas, comunistas, globalistas, intolerantes, totalitários, desumanos, destruidores das relações sociais, do ensino, das instituições.

Charlie Kirk afirmava: “Temos que desmantelar e enfrentar as organizações radicais de esquerda que estão fomentando a violência”. É isso que temos que fazer. Denunciar toda a forma de violência dirigida aos conservadores e aos seus familiares. Denunciar organizações e entidades públicas ou particulares que estejam fomentando tumultos, violência gratuita, injustiças, censurando a liberdade de expressão, negando a realidade dos fatos. Denunciar escolas, cujos professores espumam pela boca, comemorando a morte de um pai, de um pacifista, de uma pessoa que primava pelo diálogo. Denunciar a normalização de absurdos que estão esfacelando a civilização como a conhecemos até aqui. Não podemos parar de falar e de nos manifestar.

A sede de caos e de destruição da esquerda não conhece limites. É necessário um acerto de contas. Chega de tolerância. Chega de debates. Não pode haver misericórdia com quem quer nos destruir. Ou vamos esperar para ver quem será a próxima vítima?

                                                                                       Outubro/2025

Professora Thais Corazza

contato@profthaiscorazza.com

Professora de Português, fundadora do Movimento Conservador de Tapera, palestrante sobre temas educacionais, comportamentais, políticos e opinadora sobre temas contemporâneos.

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