Alunos da Universidade Federal de Minas Gerais fazem uma competição de ESQUERDOMACHO.
Vídeo que mostra o esfaqueamento da ucraniana Iryna Zarutska em um trem na Carolina do Norte, nos EUA, mostra que, no momento do ataque, havia mais dois homens no vagão que não fizeram nada para impedir o assassinato.
O que está acontecendo com os homens?

Há um novo script disruptivo abalando as estruturas do ocidente. Mais uma guerra sorrateira que se infiltra sem que se perceba. Isso é o que se chama de GUERRA CULTURAL. O que se vive até aqui não deve só ser ultrapassado, mas suprimido. E, nesse contexto, há um movimento para a destruição da figura masculina.

Agora está implantada a ideia do homem desconstruído e de que valores e virtudes viris são prejudiciais à paz social. A construção de uma narrativa hostil contra a masculinidade propaga a ideia de que homens são grosseiros, nefastos e, como tais, dispensáveis e/ou descartáveis. Ideologias perversas e antinaturais encarregaram-se de corroer as características do comportamento masculino. Programas de imersão contra a “masculinidade tóxica” _ seja lá o que isso for_ são oferecidos pelo mundo corporativo, momento em que homens aprendem a ser “floquinhos de neve”, cordeirinhos dóceis e subservientes, já que as virtudes masculinas são uma ameaça ao sistema e à ordem vigente.

Quase sempre, esses “workshops” são ministrados por uma feminista que chega a um local construído por homens, dirigindo um carro feito por homens, construído com metais minerados por homens, movido a combustível extraído por homens. E aí, a leitora de Simone de Beauvoir (cuja biografia ela desconhece) passa a condená-los por serem homens.
Décadas de doutrinação nas escolas e nas universidades encarregaram-se de emascular os homens, tornando-os criaturas submissas, passivas, acovardadas, que nada questionam, por nada lutam, que afirmam não ter propósito nem ambição. O homem destemido, provedor, autônomo, livre, pronto para a luta foi substituído por uma pessoa que aceita comandos, sem questionar, que evita dar opiniões, a posicionar-se sobre qualquer assunto. Escolas, predominantemente femininas, encarregam-se de adestrar os meninos, exigindo que sejam condescendentes com as arbitrariedades das meninas e, em nome da “empatia”, sua masculinidade natural é destruída

Quando adulto, vê-se subjugado por um sistema de leis que o condena a priori, sem precisar de qualquer prova. Decisões judiciais absurdas, quando baseadas em falsas acusações, encarregam-se ainda mais de destruir a figura masculina. Agora, jurisprudência prevê indenização compensatória quando há queda no padrão de vida da mulher após separação. Tudo isso provoca um ônus financeiro significativo, que traz humilhação, vergonha, sensação de ameaça e medo.
Pouco afeito às palavras, pela condição biológica, o homem não reage e, condenado a não ser mais o caçador, entrega-se à libertinagem, à pornografia, aos jogos, a toda sorte de distrações, que afastam qualquer possibilidade de relacionamentos saudáveis. Aquele que nasceu para construir, proteger, abrir caminhos, encontra-se, hoje, encarcerado, subjugado, incapaz de confrontar seu algoz. O Ocidente, símbolo de liberdade e de prosperidade, construído e gerido por homens que eram obrigados a agir e a se comportar como adultos, independentes, dispostos ao sacrifício e ao trabalho árduo, está alquebrado, destruído pela desordem minuciosamente planejada.
Esta guerra contra os homens está afetando sua saúde mental e física. Segundo o Dr. Alessandro Loiola, de cada 100 homens adultos, 3 sofrem de ansiedade, 5, de transtornos de estresse pós-traumático, 25 apresentam transtornos de ansiedade antes do sexo e 30 se queixam de disfunção erétil. Dor, pressão alta, problemas alimentares e abuso de substâncias agora são rotina. Também a queda da testosterona é fato. Os níveis desse hormônio caem, em média, 1% ao ano desde a década de 70. Na prática isso significa que homens de 20 anos tem níveis hormonais semelhantes aos homens de 40-50 anos nas décadas passadas.
O fato é que nações fundadas por homens estão à deriva pois a realidade está sendo virada de cabeça para baixo. O homem, sempre visto como protetor, provedor, decidido foi desdenhado, e muitos estão perdidos entre ser o macho tradicional e o homem sensível. Os engenheiros sociais se encarregaram de instalar o caos. E nunca haverá tranquilidade no meio da desordem.
Se desejamos que nossa civilização sobreviva, é preciso tornar os meninos guerreiros, espelhando-se no sacrifício e na abnegação dos antepassados. Histórias, filmes, desenhos que mostrem a trajetória do herói são fundamentais nessa educação. Educar meninos exige sacrifício, ousadia e conhecimento de que seu corpo demanda ação, movimento e não atividades em tapetinhos de E.V.A. Educá-los com firmeza, rigidez e tolerância e deixa-los livres para enfrentar o mundo natural, para defender a civilização, as mulheres, as futuras gerações. Os homens, desde meninos, estão sob intenso bombardeio e precisarão de famílias com convicções e informações para dar-lhes suporte.
“Pais, zelem pelos seus meninos. Treinem a sua indignação e o senso do que homens de verdade fazem ou não fazem. Ninguém mais o fará”. (Anthony Esolen)
17/11/2025